GAEPE - Grupo de Apoio Espiritual às Pessoas Enlutadas


GAEPE -  Grupo de Apoio Espiritual às Pessoas Enlutadas

Este espaço destina-se às pessoas enlutadas, ou seja, a todos os que sofrem a dor da ausência física de seus entes queridos e buscam apoio. 
O  amigo Luiz Fernando, carinhosamente, assim  definiu o grupo:

  GAEPE- Grupo de Almas em Permanente Evolução

pode ser também...
Os Objetivos do GAEPE:
- Acolher e apoiar pessoas enlutadas em variadas situações de perda, especialmente a pais que perderam seus filhos;
 Estudar e pesquisar temas ligados ao luto;
 Auxiliar e orientar na retomada e na continuidade da vida.


Aqui, em Campo Grande-MS, nossas reuniões acontecem todos os 1º e 3º sábados do mês, às 9:30h, no ESPAÇO CHICO XAVIER - Rua Dom Aquino, 431


Informações pelos fones: ( todos - 067) 8129-8359 ou 9929-6293 (Geisa), 9221-3910 (Luciene), 9605-2554 (Dalve) 9921-9022 (Junior)

Estamos de coração aberto para todos que quiserem buscar apoio, pois a vida continua... e ela não é nossa.



Escrito por GAEPE às 17h13
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




 

 Dia 02 de Novembro - Dia Das Saudades

Como agir????

PERANTE O MORTO
Emmnauel

Quando visites o campo convertido em relicário da cinza dos mortos, procurando tatear a lembrança dos seres queridos que o sepulcro recobre, endereça-lhes a própria alma, em forma de amor, porque eles vivem.
          
Pensa neles com o enternecimento de quem reencontra devotados amigos, apartados de ti por temporária separação.

Recondando os entes amados que te antecederam no turno de realidade sublimes, busca a inspiração dos que conhecestes retos e bons e envolve no bálsamo da prece os que tombaram sob a névoa de clamorosos enganos.
     
Reflete em todos eles, enviando-lhes a simpatia de tua benção, porquanto as cristuras de quem te despediste na morte, acreditando em aniquilamento, são simplismente os companheiros desencarnados, componentes da Família Maior, a cujo seio também chegarás.

(Páginas recebidas por Francisco C. Xavier- Livro Canis da Vida - Edição Céu)


ANTE O ALÉM

A VIda não termina
Onde a morte aparece.
Não transforme saudade
Em fel nos que se foram.
Eles seguem contigo,
Conquanto de outra forma.
Dá-lhes amor e paz,
Por muito que padeças.
Eles também te esperam
Procurando amparar-te.
Todos estamos juntos,
Na presença de Deus.

(Página recebida por Francisco C. Xavier- Livro O Essencial- Edição Céu)



Sei, o quanto é duro, ir ao cemitério. mesmo sem querer em nossas mentes voltam aqueles momentos intensos de dor, quando ali deixamos seus corpos.
A força do amor que temos em nosso coração é o que nos ampara, e nos auxiliam a relembrá-los Vivos, como ainda estão, felizes e sorrindo para nós, gratos pela lembrança e pelo amor que dedicamos a eles.

Postado por



Escrito por GAEPE às 16h57
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




Não há morte

Depois que partiram do círculo carnal aqueles a quem amamos, temos a impressão de que a vida perdeu a sua finalidade.

As horas ficaram vazias, enquanto uma angústia  nos dilacera e um desespero que mina as nosas energias se fazem  constante nos nossos momentos de demorada agonia.

Estiveram ao nosso lado como bênção de Deus, clareando o nosso mundo de alegriasa com as luzes da suas presenças e não pensavamos, não nos permitíamos acreditar na possibilidade de que eles  pudessem nos preceder na viagem de retorno.

Cessados os primeiros instantes do impacto que a realidade nos impôs, relembramos as horas de alegria enquanto as lágrimas correm incessantes, sem conforto, como se carregassem ácido que nos queima a face mas não diminui a saudade...Ante essa situação, o futuro nos desdobra sombrio, ameaçador, e interrogamos como será possível prosseguir sem eles.


O nosso coração bate destroçado e a nossa dor moral se transforma em punhalada física,como a lâmina a revolver a ferida.

Tememos não suportar tão cruel sofrimento.Conseguiremos, porém, superá-lo.

Muito justas, sim, nossas saudades e sofrimentos.Não, porém, a ponto de levar-nos ao desequilíbrio, à morte da esperança, à revolta...

Os seres a quem amamos e que morreram, não se consumiram ,não acabaram.Eles sobreviveram.

A vida seria um farsa, se terminasse ante o sopro desagregador da morte que passa.

A vida se manifesta, se desenvolve em infinitos matizes e incontáveis expressões. A forma se modifica e se estrutura, se agrega e se decompõe passando de uma para outra expressão vibratória sem que a energia que a vitaliza dependa das circunstâncias transitórias em que se exterioriza.

Não estão, portanto, mortos, no sentido de destruídos, os que transitaram ao nosso lado e se transferiram de domicílio.

Prosseguem vivendo aqueles a quem amamos. Aguardemos um pouco,orando.A prece nos clareia a alma e os envolvem no rumo por onde seguem.

Não nos debilitemos mentalmente com altas doses de mágoas, com interrogações pressionantes.Esforçemo-nos por encontrar a resignação.

O amor vence, quando verdadeiro, qualquer distância e é ponte entre abismos, encurtando caminhos.

Da mesma forma que desejamos voltar a senti-los, a falar-lhes, a ouvir-lhes, eles também  assim o desejam.

Necessitam, porém, evoluir, tanto quanto nós mesmos.

Se nos prendemoss a eles demoradamente ou os encarceramos no egoísmo, desejando continuar uma etapa que ora se encerrou, não os ajudaremos, porque estarão na retaguarda.

Libertando-os, eles prosseguirão conosco, preparar-nos-ão o reencontro, aguardar-nos-ão...

Façamo-nos,digno deles, da sua confiança, e cheios de amor enriqueçamos outras vidas em memória deles, por afeição a eles.

Não pensemos mais em termos de "adeus" e, sim, em expressões de "até logo mais".

Todos os homens na Terra são chamados a esse testemunho, o da temporária despedida. Consideremos, portanto, a imperiosa necessidade de pensar nessa  reflexão sobre a morte , com que nos armarás, desde já, para o retorno, ou para enfrentamos em paz a partida dos nossos amores...

Quanto àqueles que vimos partir, de quem sofremos saudades infinitas e impreenchíveis vazios no sentimento, Vamos entregá-los a Deus, confiando-os e confiando-nos ao Pai, na certeza de que, se soubermos abrir a alma para a  esperança e à fé, conseguiremos senti-los, ouvi-los, deles haurindo a confortadora energia com que nos fortaleceremos até ao instante da união sem dor, sem sombra, sem separação pelos caminhos do tempo sem fim, no amanhã venturoso.

Texto de Joanna de Ângelis - Picografada por Divaldo P Franco



Escrito por GAEPE às 16h38
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]




                                      Perda de filhos
A perda de um filho implica num tipo muito particular de luto, pois solicita adaptações tanto sob os aspectos individuais de cada um dos pais no enfrentamento desta situação, como em adaptações na relação com o(a) esposo (a), no sistema familiar e na sociedade.
Quando perdemos um filho perdemos nossa perspectiva de futuro, pois é neles que garantimos a possibilidade de realizar todos os sonhos e projetos que não conseguimos em nossas próprias vidas. Um filho não é apenas uma extensão biológica de seus pais, mas também psicológica, por isso temos a sensação que perdemos um pedaço de nós.
 
                                           Reações à perda de filhos
O luto por um filho é marcado por muita culpa e revolta, e por algum tempo a pessoa chega a "brigar" com Deus, por não conseguir entender (aceitar) o porquê de estar vivendo uma dor tão intensa.
           
 As reações ligadas à perda de um filho dependem de alguns fatores como:


 - a relação prévia entre pais e filho. Por exemplo: quando existem conflitos no relacionamento, os pais sentem-se mais culpados após a perda de seu filho.
 - a idade do seu filho: não existe uma idade pior, mas em cada etapa da vida existem fatores que dificultam a elaboração da perda, como por exemplo, na adolescência, fase em que existem maiores chances de conflitos entre pais e filhos.
 - as circunstâncias da perda: o quê aconteceu, como acontecer, as causas da perda.
 - Um número grande de sintomas fisiológicos pode acompanhar as reações psicológicas e sociais dos pais, como por exemplo: anorexia, distúrbios gastrointestinais, perda de peso, insônia, cansaço excessivo, choro, palpitações, estresse, perda do desejo sexual ou hipersexualidade, falta de energia e retardo psicomotor, respiração curta.
     
     E o que acontece no casamento?
O casamento sofre um grande impacto com a perda de um filho. As características do relacionamento obviamente serão afetadas pela maneira como cada um dos parceiros expressa sua dor. A comunicação tende a complicar-se, pois a mãe pode sentir sozinha em seu luto, enquanto o pai pode se ver lutando para conter sua dor a fim de poupar o sofrimento da esposa. Estas tentativas de evitar o sofrimento do outro, por muitas vezes gera um distanciamento tão grande nos casais, que não é incomum ocorrerem separações após a perda de um filho.

Gabriela Casellato



Escrito por GAEPE às 16h36
[   ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


 
Histórico
Outros sites
  Juninho Vivo Alem Da VIda
  Casulo
Votação
  Dê uma nota para meu blog